Para melhorar a qualidade do conteúdo deste website e adaptá-lo às necessidades dos utilizadores, são utilizados cookies, incluindo cookies de terceiros. Ao continuar a utilizar este website, concorda com a utilização de cookies, bem como com uma possível comunicação caso introduza os seus dados de contacto num dos formulários do site.
Voltar ao blogue

Como planear uma pérgola para mesa de jantar extensível

Como planear uma pérgola para mesa de jantar extensível

Zona de refeições exterior

Uma mesa de jantar extensível altera a dimensão da zona de refeições precisamente quando há mais pessoas à mesa. Para planear a pérgula, não basta medir o tampo: conte com as cadeiras afastadas, o espaço para alguém se sentar e a passagem para servir. Ao desenhar as posições fechada e estendida, percebe se o terraço permite ambas sem bloquear portas ou obrigar a mudar constantemente os móveis.

Pérgula Bloomcabin apresentada numa imagem de galeria.

Defina as refeições que a zona tem de acomodar

Antes de comparar tamanhos, descreva duas refeições reais: a utilização habitual, com a mesa fechada, e a ocasião com mais pessoas, com a extensão que costuma abrir. Registe quantos lugares são necessários em cada uma e se também se sentam pessoas nas cabeceiras. Anote de onde chegam os pratos e as bebidas, quem se levanta para os ir buscar e se os convidados precisam de circular enquanto os outros continuam sentados. Se a mesa fica muitas vezes numa posição intermédia, desenhe-a também. Esta distinção evita que a decisão dependa apenas da mesa vazia ou do número máximo de lugares que o tampo parece comportar.

Faça também um inventário do espaço, sem tentar ainda escolher um modelo. Meça a zona disponível no ponto mais estreito e assinale portas, degraus, guardas, floreiras fixas e outros elementos que condicionem a passagem. Decida se a mesa ficará sempre no mesmo sítio ou se aceita afastá-la para inserir a extensão: esse movimento também ocupa área e exige espaço para quem o executa. Se a rotina depender de retirar uma cadeira ou arrastar a mesa sempre que recebe visitas, anote esse compromisso. Distinga os objetos que podem mudar de lugar dos obstáculos fixos. Para cada objeto que prevê retirar, indique onde ficará durante a refeição; encostar uma floreira ou uma cadeira à porta pode apenas transferir o problema para outro ponto. Assim, as duas disposições incluem também o destino do mobiliário que deixa de caber junto à mesa. A planta deve representar as tarefas reais, e não apenas os contornos dos móveis.

Meça a mesa fechada e estendida

Meça o comprimento e a largura do tampo na posição fechada e, depois, com a extensão que costuma utilizar. Faça a medição com o tampo já estendido e registe onde ficam as pernas e os apoios, pois podem limitar a posição das cadeiras. Se a mesa tiver de deslizar para abrir, desenhe também o espaço de que precisa para esse movimento e para a pessoa que o executa. Observe a operação completa, desde retirar ou levantar a extensão até voltar a fechar a mesa. Se a extensão for uma peça separada, inclua o trajeto entre o local onde a guarda e a mesa. Assinale ainda de que lado precisa de trabalhar, para não reservar esse espaço apenas na extremidade oposta. A configuração de parede da Pérgula de parede Bloomcabin pode entrar na comparação de modelos, mas o nome da pérgula não determina onde a mesa deve ficar: a relação com as portas e a circulação tem de ser analisada na planta.

Exemplo conceptual, não planta-modelo nem medida universal: imagine uma mesa estendida de 2,20 m por 0,90 m. Para demonstrar a conta, suponha que reserva 75 cm desde o bordo do tampo até à parte de trás de cada cadeira ocupada e mais 80 cm para uma passagem atrás de uma fileira. A largura total necessária neste exemplo seria 0,90 + 0,75 + 0,75 + 0,80 = 3,20 m. A conta não inclui cadeiras nas cabeceiras, pilares nem desvios do percurso. Substitua os valores pelas medidas reais; o objetivo é somar as zonas necessárias, não copiar este exemplo.

Desenhe as cadeiras em uso e recuadas

Uma cadeira junto à mesa ocupa menos espaço do que uma cadeira em uso. No desenho, marque primeiro os lugares em que alguém se senta e depois a posição mais recuada necessária para entrar e sair. Meça desde o bordo do tampo até à parte mais afastada do encosto, considerando a profundidade e, se existirem, os braços. Tenha também em conta o espaço lateral entre assentos e a posição dos pés da mesa: uma perna no sítio errado pode obrigar a deslocar a cadeira, mesmo que a largura total pareça suficiente. Faça a marcação para todos os lugares que pretende usar em simultâneo, incluindo as cabeceiras. Não distribua simplesmente as cadeiras a intervalos iguais no papel. Experimente a posição de cada uma junto à mesa real e veja se permite aproximar o assento e acomodar as pernas. Na posição estendida, confirme sobretudo os lugares acrescentados: devem entrar no desenho com a posição que efetivamente podem ocupar, e não apenas como símbolos de lugares disponíveis.

Para um esboço preliminar, uma faixa de cerca de 75 a 90 cm entre o bordo da mesa e o limite posterior da cadeira ocupada pode servir de hipótese, mas não é uma regra. A cadeira, os braços, a pessoa sentada e o movimento necessário para se levantar alteram a folga. Confirme com as cadeiras reais, sentando-se e levantando-se de cada lugar. Se alguém tiver de passar atrás de uma pessoa sentada, desenhe essa passagem como uma faixa adicional. Não conte o mesmo espaço duas vezes, primeiro para recuar a cadeira e depois como corredor livre.

Reserve um percurso para servir à mesa

Trace o caminho entre a porta ou o ponto de onde vêm os pratos e o lugar onde os vai pousar. Aponte os pontos em que é preciso virar, passar por um degrau ou contornar outro móvel. Uma passagem que parece livre no desenho pode obrigar a atravessar a zona das cadeiras quando a mesa está estendida. Se quer servir sem interromper quem está sentado, escolha um lado da mesa para o percurso e verifique se essa faixa continua desimpedida com todas as cadeiras ocupadas. Decida também se pretende manter o trajeto dentro da área da pérgula. Marque onde termina o percurso: chegar a uma cabeceira não equivale a conseguir pousar uma travessa no local pretendido. Inclua na experiência a recolha de pratos e o regresso à porta. Se usar um móvel de apoio, represente-o com as suas medidas e verifique se consegue aceder-lhe sem ocupar a passagem que acabou de reservar.

Como marca inicial, pode testar no papel uma passagem de 80 a 90 cm e depois percorrê-la com um tabuleiro vazio, ajustando-a ao espaço e ao uso que pretende. Observe se é possível chegar à mesa sem pedir a alguém que se levante ou empurre a cadeira. Na comparação da Pérgula Bloomcabin, sobreponha o percurso à planta da configuração que está a considerar: a área total, por si só, não revela se a passagem cruza a zona de recuo.

Vista de uma pérgula Bloomcabin.

Escolha a orientação da mesa

Orientar a mesa é decidir para que lado cresce a extensão e onde ficam as pessoas sentadas, não apenas fazer coincidir o comprimento do tampo com o lado maior da pérgula. Compare as orientações que o espaço permite. Indique se a mesa aumenta a partir do centro ou numa das extremidades, conforme o mecanismo que tem, e verifique se, ao abri-la, uma cabeceira não invade uma porta ou a passagem principal. Se está a comparar uma Pérgula bioclimática Bloomcabin, use as dimensões da configuração escolhida para confrontar o eixo da mesa com o espaço disponível.

A disposição não tem de ficar geometricamente centrada. Deslocar a mesa pode deixar uma passagem mais útil junto a um lado, desde que as cadeiras desse lado continuem a poder recuar e haja lugar nas cabeceiras. Desenhe separadamente o contorno da pérgula, a posição de qualquer apoio indicado na configuração e a zona onde pretende manter as refeições. A área de piso realmente livre pode diferir do contorno exterior se houver elementos que ocupem espaço. Por isso, compare a disposição da mesa com as medidas da configuração concreta, não apenas com uma vista geral.

Passe a disposição para uma planta à escala

Uma planta simples ajuda a comparar medidas sem depender da memória. Pode usar a escala 1:20, em que cada centímetro no papel representa 20 cm no terraço; uma faixa de 3,20 m, por exemplo, ocuparia 16 cm. Marque primeiro os limites do espaço, a parede, as portas e o sentido em que abrem. Acrescente degraus, guardas, elementos fixos e o percurso que desenhou. Recorte, em papel, a forma da mesa fechada, da mesa estendida e das cadeiras. Ao deslocar essas peças, torna-se mais fácil comparar orientações sem redesenhar toda a planta.

Sobreponha depois as dimensões da configuração de pérgula que pretende avaliar, distinguindo o contorno exterior do espaço livre indicado para o piso. Se estiver a considerar a versão de parede Bloomcabin, alinhe o desenho com a parede e assinale as portas e aberturas existentes. Use as medidas da configuração específica, quando disponíveis, em vez de estimar a partir de uma fotografia. A planta à escala ajuda a encontrar conflitos de comprimento ou largura, mas continua a ser um modelo do espaço: confirme no terraço as medidas e os obstáculos que desenhou.

Verifique portas, pilares e outros obstáculos

Uma porta que abre para o terraço precisa de espaço para completar o movimento, mesmo que pareça não interferir com a mesa fechada. Desenhe o arco de abertura das portas de batente e a zona que deve permanecer acessível junto às portas de correr. Faça esta verificação com a mesa nos dois comprimentos e com as cadeiras afastadas. Some degraus, guardas, floreiras, torneiras ou outros elementos fixos que possam estreitar a passagem. Se a mesa só cabe quando a porta está fechada ou quando uma cadeira fica inutilizável, assinale o conflito antes de avançar.

Se a planta da configuração escolhida indicar pilares ou bases, desenhe a posição e a dimensão de cada elemento para perceber que largura fica livre entre eles. Não trate o retângulo exterior como se todo o piso estivesse desimpedido. Ao avaliar o modelo Bloomcabin, procure as medidas da configuração concreta e transponha-as para o seu desenho; não estime folgas a partir de uma imagem de galeria. Se as dimensões livres ou a posição dos apoios não estiverem claras, confirme-as antes de decidir onde ficará a mesa.

Compare as medidas úteis, não apenas a área

A página do modelo bioclimático Bloomcabin apresenta uma área de 9 a 24 m². Esse intervalo ajuda a enquadrar a comparação, mas não mostra, por si só, se o comprimento e a largura de uma configuração acompanham a mesa aberta. Compare as duas medidas lineares da versão que está a ponderar e confirme a que correspondem: contorno exterior ou espaço livre entre apoios. Para uma mesa extensível, perder largura para ganhar comprimento, ou o inverso, pode alterar a folga das cadeiras e a passagem de serviço.

Exemplo conceptual de proporções, não referência a variantes disponíveis: um retângulo de 3 m por 3 m e outro de 2 m por 4,5 m têm ambos 9 m², mas oferecem comprimentos e larguras diferentes para a disposição. Sobreponha o desenho da mesa e das cadeiras ao contorno real da configuração escolhida. Uma área equivalente não garante a mesma circulação, sobretudo se a passagem tiver de ficar num dos lados ou se a extensão avançar para uma extremidade. O exemplo serve apenas para mostrar por que razão a área não substitui as medidas do espaço.

Imagem de galeria de uma pérgula Bloomcabin.

Teste a disposição com mobiliário real

Quando a planta parecer viável, reproduza no terraço os limites do mobiliário com fita de pintor ou outro marcador removível adequado ao piso. Coloque a mesa fechada, marque as cadeiras e repita a operação com a mesa estendida. Se está a avaliar um modelo de parede, tenha em conta a parede e as aberturas reais nesta marcação no piso. O teste em tamanho real permite detetar uma passagem demasiado apertada ou uma porta que não se consegue abrir sem mover uma cadeira, problemas que podem passar despercebidos numa folha de papel.

Experimente a refeição como aconteceria: sente-se em cada lugar, afaste as cadeiras, levante-se e percorra o caminho de serviço com um tabuleiro vazio. Peça a outra pessoa que se sente enquanto faz o percurso; assim percebe se a passagem continua utilizável quando a mesa está ocupada. Se só for confortável depois de afastar uma cadeira ou deslocar a mesa, decida se esse trabalho é aceitável na rotina. Registe as dificuldades e altere a orientação ou a passagem antes de escolher as dimensões da pérgula. Identifique cada observação pela posição da mesa e pelo lugar onde ocorreu. Por exemplo, anote se foi difícil sair de uma cabeceira com a extensão aberta ou passar junto à porta com a mesa fechada. Este registo permite comparar alterações sem perder de vista qual dos dois usos estava a causar o problema.

Reúna as medidas antes de escolher a configuração

Prepare uma ficha com o comprimento e a largura da mesa fechada e estendida, o número de lugares usados em cada posição e a distância necessária para recuar as cadeiras. Acrescente a largura da passagem de serviço, a localização de portas e obstáculos e qualquer movimento necessário para abrir ou deslocar a mesa. Ao lado, registe as dimensões da configuração de pérgula que está a comparar e assinale se correspondem ao contorno exterior ou ao espaço livre. Esta ficha torna mais fácil perceber se o problema está no comprimento, na largura ou na circulação.

Ao consultar a página do modelo de pérgula Bloomcabin, confronte a configuração indicada com o desenho completo, não apenas com a área. Se faltar uma medida importante, peça confirmação da dimensão concreta antes de decidir. A planta ajuda a avaliar a disposição, mas não confirma por si só as condições de instalação no local. Para questões sobre o suporte ou a fixação à parede ou ao piso, solicite a avaliação de um profissional qualificado, tendo em conta as condições reais do espaço.

Perguntas frequentes

Tenho de desenhar a mesa na extensão máxima?

Desenhe a posição fechada e a extensão que usa realmente. Se também costuma usar um comprimento intermédio, inclua-o. Para cada posição, confirme onde ficam as cadeiras e por onde se circula; medir apenas o tampo fechado não mostra se a disposição funciona quando recebe mais pessoas.

Que espaço devo deixar atrás das cadeiras?

Como hipótese inicial de desenho, teste cerca de 75 a 90 cm entre o bordo da mesa e a parte de trás de uma cadeira ocupada. Ajuste a folga com as cadeiras e os utilizadores reais. Se alguém tiver de passar atrás, acrescente uma faixa independente para essa circulação.

Posso usar a zona atrás das cadeiras como passagem?

Só se continuar livre quando a mesa estiver estendida e as cadeiras forem puxadas para que as pessoas se sentem ou se levantem. Se o percurso atravessar essa zona, os dois usos entram em conflito. Desenhe uma passagem separada ou experimente outra orientação para a mesa.

Basta escolher uma pérgula com a mesma área do desenho?

Não. A mesma área pode corresponder a diferentes proporções de comprimento e largura. Compare as medidas da configuração concreta com a largura e o comprimento necessários para a mesa, as cadeiras e a passagem. Se houver apoios no espaço interior, tenha também em conta a distância livre entre eles.

A mesa deve ficar centrada na pérgula?

Não necessariamente. Uma posição ligeiramente descentrada pode deixar uma passagem mais útil ou evitar uma porta, desde que as cadeiras continuem a poder recuar e que a disposição funcione nos dois comprimentos da mesa. Decida com base na planta e nos ensaios no local.

A disposição que funciona é a que continua a permitir sentar-se, levantar-se e servir quando a mesa está na extensão habitual. Meça primeiro esse caso, inclua as cadeiras e uma passagem que não dependa de as empurrar, e confirme depois que a mesa fechada também se integra na rotina. Assim, a pérgula será escolhida a partir do espaço de que as refeições realmente precisam, e não apenas da área do tampo.

COMPRE ONLINE A UM PREÇO 45% MAIS BAIXO
Comprar online é cómodo e vantajoso
Faça-nos uma pergunta!
Contacte-nos
Telefone:
E-mail:
Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.
N.º de registo:
38944924
Morada:
Thriges Plads 6, 5000 Odense C, Denmark
Redes sociais
Siga-nos no Instagram, Facebook e Twitter para ficar a par das novidades e ofertas de Bloomcabin.
X
Tem dúvidas e gostaria que lhe ligássemos de volta?
+351
−
✖